19/06/2008

In a nutshell

O nosso cabeçalho diz:

Ice Care pretende mostrar ao mundo, em tempo real, os efeitos e consequências do aquecimento global.

Como prevemos atingir esses objectivos?

Se queremos ‘mostrar ao mundo’ temos que utilizar os media. Para isso vamos tornar-nos dignos de notícia. Além de atingirmos os glaciares de formas pouco convencionais (bicicleta, kayak, ou o que quer que seja que nos passe pela cabeça), vamos ainda convidar uma figura pública para nos acompanhar em cada uma das expedições.
Para o Kilimanjaro já assegurámos a cobertura televisiva por um canal de televisão nacional e estamos a negociar a realização de um programa noutro canal internacional. Também já falámos com uma ‘vedeta’ que se interessou em participar.
E a piada é que, naturalmente, ainda não podemos revelar o nome de nenhum dos 3!

Para conseguir o ‘tempo real’, vamos usar a internet. Criaremos um site onde o mundo poderá testemunhar a alteração dos 5 glaciares. Estes 5 locais são sintomáticos do problema a nível global. O Ice Care colocará simples instrumentos de medida dos glaciares, que tornam o fenómeno mais visível. Utilizaremos sempre referências muito simples, como desenhar o perímetro do glaciar, no dia da nossa chegada e comparar posteriores fotografias de satélite, com o perímetro inicial. Não queremos nada muito científico! Aí estaríamos a perder a comunicação com o nosso público alvo – o cidadão comum, como nós, que não se sente de forma nenhuma estimulado por gráficos.
Se os media quiserem dar uma ajuda e fazer um ponto de situação regular, será optimo!

Em alguns destes locais, as ‘consequências’ para a população já foram amplamente estudadas. No Kilimanjaro não. Sempre que esses estudos não existirem, serão realizados por nós. Uma equipa especializada que acompanha a expedição, estudará as consequências do desaparecimento dos glaciares, para a subsistência das populações locais.